O show da Madonna no Madison Square Garden – MDNA Tour

Sou fã da Madonna da época da Immaculate Collection. Cantei e dancei todas as músicas dela da década de 80, mas nunca tinha ido a um show. Até que surgiu uma oportunidade que eu não podia perder. Para marcar o fim da turnê americana do MDNA, ela fez alguns shows “surpresa” no Madison Square Garden, em Nova York, justamente na semana em que eu estava lá! Depois ela embarca para a América do Sul (São Paulo, Rio e Porto Alegre na agenda).

Quando eu descobri, não pensei duas vezes e comprei os ingressos. Como a arena do Madison Square Garden não é grande como os estádios no Brasil, mesmo os lugares mais baratos não ficam longe do palco.

O show estava marcado para às 20hs. Cheguei cedo e estranhei a quantidade de lugares vazios. Tolinha! O show só começou depois das 22h. Aparentemente todo mundo sabia disto, menos eu rsrsrs. Mas tudo bem, quem abriu o show foi o DJ Martin Solveig. Virei fã!

O show está a altura da artista. Os (seis) figurinos são assinados por estilistas como Dolce & Gabanna e Jean Paul Gaultier. Projeções, luzes e cubos que sobem e descem no palco tornam o cenário super dinâmico. Na primeira parte sobram armas e cenas de guerra, sem nunca perder o glamour. Aos poucos o tom muda e fica um pouco mais leve e erótico, com direito a alfinetadas na Lady Gaga.

A cena onde Madonna faz um striptease ao som de Like a Virgin no piano é memorável (e causou muita polêmica em várias cidades por onde ela passou). O público está a poucos centímetros da cantora, a ponto de conseguir colocar seus dólares no seu corpete, como se estivessem em vendo um autêntico striptease. E ela provoca o público a ser generoso, elogiando os que chegaram a dar notas de US 100. A renda arrecadada é destinada às vítimas do Sandy… estou curiosa para saber para qual causa será destinada no Brasil.

Sua disposição e energia continuam impecáveis. Outros pontos altos do show foram os “soldadinhos de chumbo” pendurados, e o gran finale com Like a Prayer. No dia que eu fui ainda teve uma aparição supresa do sul-coreano Psy cantando seu hit “Gangnam Style”. Divertidíssimo!

Madison Square Garden

O Madison Square Garden (apelidado de “The Garden”) é palco de estreia de grandes turnês, lutas históricas e shows. Desde que abriu, em 1968, passaram por lá os maiores astros pop do planeta como Michel Jackson, The Police e até a Ivete Sangalo. Vale a pena dar uma olhada na programação antes de ir para NY. É lá que acontecem também, os jogos Knicks, time “oficial” de basquete da cidade.

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14 de julho em Paris

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Prezada Sophie,

Você vai estar em Paris amanhã? Pessoa de sorte você, hein? Eu, em seu lugar, iria ter um surto de tanta coisa que gostaria de fazer em um único dia! Iria dançar com um bombeiro bem gostoso nos vários bailes nas casernas deles. Depois daria uma espiadinha no desfile militar da Champs Elysées só para ver os soldados gatos, com aqueles uniformes sexy do exército francês.

Bem, evitaria o Louvre ao máximo, pois, com entrada grátis, vai ter gente saindo pelo teto de tão cheio. Ao invés, teria uma tarde mais tranquila (melhor ainda se for com em companhia de um bombeiro). Acho que pegaria uma bicicleta e iria pedalar ao longo do Sena. Ou faria um piquenique nos Invalides se me lembrasse de comprar queijos e guloseimas na Grande Épicerie de Paris um dia antes.

O grande problema seria de noite! Ir à Ópera, que tem um balé grátis? Ver os magníficos shows de fogos no Trocadéro? Ver a Madonna no Stade de France? So-cor-ro! Que bom que estou aqui neste frio de matar, assim não preciso sofrer em fazer decisões tão difíceis. Como a vida é mais fácil quando a gente não tem o que fazer, n’est-ce pas?  ha ha ha

Bem, querida, aproveite e tire muitas fotos! Quem sabe no ano que vem eu tenha a sorte de estar em seu lugar. Ouvi dizer que a Pulp vai lançar um guia superdescolado de Paris, daí não vai ter desculpa para não ir te dar um “salut”.

Beijos,

Anna